1 de fev. de 2009

Vai sendo assim e vai sendo devagar

O tempo às vezes mata. Mata de saudade, mata com o ócio e na insistência louca de não andar, o tempo sempre me deixa na mão nos dias de domingo, nos dias sem proveito, nos dias cansativos que não tem fim. O relógio sempre quebra no momento errado e isso é muito estranho dentro da minha cabeça e vai virando raiva no decorrer da tarde. Não é tão fácil de se controlar, mas também não é o fim do mundo, é a morte vindo ao meu encontro, isso sim!


Quando criança eu sempre vislumbrava cada brinquedo novo que aparecia em casa. Era um motivo novo de sorrir e eu ia brincando com ele até ficar cansado, até ficar sem cor. Com meus bonecos eu criava um mundo só meu e deles, minhas histórias de começo e nem sempre um fim muito lógico, mas eu cresci assim. Hoje vejo mundo novo cheio de cores e opções, cheiros bons ao meu redor, pessoas bonitas e momentos agradáveis, é se ver criança durante um momento de real crescimento. Isso em alguns da um pouco de medo e talvez seja esse o meu caso! A responsabilidade assusta quando ela toma uma proporção maior nessa fase da vida. É complicado achar o começo, desenhar o meio e se ver aproveitando no fim, mas vou brincando de fazer o que eu mais gosto e vou rezando em voz baixa pelos cantos para que tudo dê sempre certo, que a felicidade se mantenha honesta a mim por um decorrer muito comprido dessa minha vida.


Assim segue a caminhada desse momento adverso, desse momento totalmente fora do roteiro. Segue vai levando, vai me cantando e me deixando sempre nos pontos corretos e por favor me acorde sempre que me der sono, não me deixa ficar parado nem por um segundo. Aproveite os segundos parados e faça com que eles se tornem úteis, faça arte e mude o mundo devagar!



Não sei se eu ainda consigo escrever mas...





assim começa

Um comentário:

La! disse...

Que assim continue.