Chovia tanto, meu deus como chovia, não parecia realmente estar vivendo o mês que estava ali marcado na folhinha, não mesmo, parece verão muitas vezes. Me confundo e estou no mês julho usando as minhas bermudas, mescladas com camisetas regatas. Não combino muito as coisas, vou caminhando com a sorte do meu olhar clínico, dou uma básica olhada no espelho e vou viver o que tem de interessante para ser vivido. Não são sempre grandes aventuras, mas adoro continuar gritando o seu nome enquanto corro. Parece um ritual não tentar gritar, me concentro muito, mas mesmo assim cada sílaba da sua identificação ainda estão na ponta da minha língua. Estranha mania, mas todos têm muitas manias estranhas, prefiro não citar muitas vezes, mas dentro de tudo que parece não ser muito comum, pensar tanto em uma só coisa me parece normal. Não é a melhor solução para matar o tempo, mas de algum jeito eu faço as coisas acontecerem.
Se tudo isso for castelo de areia, espero desmoronar junto e não vou ter vergonha nenhuma de juntar todos os meus baldinhos e pás de areia para construir tudo novamente, até quando o maior líquido solidificar-se. Ainda chamo alguns amigos que deixei de chamar da última vez que eu tentei dominar o tanque de areia, sim eu preciso de ajuda e todos nós precisamos. Alguns assumem essa necessidade com muito mais facilidade que os outros, mas eu não ligo em ajudar nunca. Gostos de fazer sorrisos nos rostos daqueles que vivem comigo e me fazem muito bem. Mesmo se esse não fazer mais tanta parte da minha vida, ainda vai ter um espaço grande dentro de mim reservado a essa pessoa que eu tento lembrar com carinho.
Acho que a festa vai durar muito menos do que eu imaginei e normalmente é assim mesmo que funciona. Toda preparação duram muito tempo e os momentos melhores vão passando tão rápido e quando se pisca, tudo vira passado. Vou aprender a aproveitar melhor cada festa, conversar com alguns conhecidos e dançar até ficar suado. Mesmo que eu não tenha um par fixo e que por muitas vezes precise me agradar sozinho, não vejo problema algum nisso. Vou aproveitar cada nova música como uma grande novidade, não tenho problemas em descobrir tudo isso sozinho, melhor ainda vai ser chegar em algumas conclusões sozinho e da minha maneira de pensar fazer cada desenho florescer em folhas brancas de papel. Tanto faz! Essa dança é minha e eu conduzo a donzela da minha maneira.
Estou egoísta demais e não estou preocupado com isso hoje. Já me chamaram de nomes não tão agradáveis e estou tentando não lembrar de tantas coisas que aconteceram. É tão chato viver coisas legais e perceber que hoje em dia elas te machucam tanto quando você lembra delas. Não vou dizer que está “tudo bem”, por que realmente não está. Aliás! Acho que nunca está tudo bem na vida de uma pessoa, mas as pessoas têm medo de assumir que estão tristes ou que o calo está latejando o dedão do pé. Eu não consigo não me perder em alguns leves desesperos semanais. Me acostumo muito rápido dentro de algumas situações. Acho que sempre aprendi as coisas com uma facilidade muito grande, mas nunca interpretei de uma forma mais técnica a minha metodologia de adicionar novos conhecimentos na minha vida.
Acho que um pouco de café docinho ajuda muito
Só pra constar mesmo...
Sei lá sabe?
Leonardo
11 de jun. de 2008
Dorflex para dores de cabeça e para outras dores por favor aguardar o próximo sinal
6 de jun. de 2008
Por paz e mais nada além disso
Segue a multiplicidade de dias diferentes, compostos por cores que completam as imagens abstratas da mentalidade pura de um jovem em aprendizado. Aprender a viver a vida é a primeira regra após o primeiro passo que você dá quando ainda tem poucos dias vividos nessa nossa Terra verde.
Sendo guiado por novidades de dias de sol, apreciando as brincadeiras infantis, vejo a qualidade não tão boa do nosso ar, mas me contento com os idealismos nulos, preenchendo com fatos bacanas os momentos iluminados da nossa vida. É estranho o ato de sorrir, acabo sempre mostrando demais os meus dentes e fico vermelho, envergonhando, ao final de uma piada boba. Mas tudo bem! Ninguem veio até aqui para julgar a intensidade da minha alegria e muito menos rever a forma em que eu assisto a minha vida passar.
Resolvi colocar tudo em uma velocidade mais lenta, para que assim eu consiga pensar com mais calma e criar táticas mais eficazes. Não desejo dominar o mundo e muito menos quero que todos gostem de mim, muito pelo contrário! Desejo me perder em brigas por uma causa não tão atual, também desejo gastar parte da minha saliva gritando por aquilo que eu vejo como ideal de vida para mim. Não que essa seja a uma maneira racional de se resolver os problemas do mundo, mas dormir demais ou permanecer calado, não faz com que as rodas girem e muito menos ajuda a circular o ar poluído que nos ronda.
Não julgarei idéias e não vou perder meu tempo colocando em cruzes aqueles que eu não sei a verdadeira excência. É legal ter pessoas com idéias diferentes das tuas por perto, é sempre bom refrescar a garganta em algum bar perdido discutindo a política internacional e tentando chegar em algumas conclusões básicas, mas não eternas, o mundo muda demais e eu também.
Vou me perder em brilhos ofuscados por lentes mirabolantes e vou reler o meu livro de piadas, preciso parecer mais engraçado às vezes, não que seja uma necessidade, mas alegrar as pessoas é uma coisa muito divertida, pelo menos eu penso assim.
Liberte-se de todo o peso do mundo, veja como é fácil chegar em todo ponto que você realmente deseja chegar, não são necessárias muitas teorias ou explicações com palavras decoradas, é só perceber quanto é útil respirar com mais calma todos os dias, não ter pressa de viver e aceitar de braços abertos algumas coisas que possam acontecer. Somos o fruto de tudo aquilo que o mundo conspira à favor e contra todos nós. Somos a idealização dos sonhos dos nossos pais e somos aquilo que sempre quiseram ser! Livres!
A salvação está dentro de si mesmo e não há maneira melhor para explicar os fatos simples da vida, se não simplesmente os vivendo.
Leo
Sendo guiado por novidades de dias de sol, apreciando as brincadeiras infantis, vejo a qualidade não tão boa do nosso ar, mas me contento com os idealismos nulos, preenchendo com fatos bacanas os momentos iluminados da nossa vida. É estranho o ato de sorrir, acabo sempre mostrando demais os meus dentes e fico vermelho, envergonhando, ao final de uma piada boba. Mas tudo bem! Ninguem veio até aqui para julgar a intensidade da minha alegria e muito menos rever a forma em que eu assisto a minha vida passar.
Resolvi colocar tudo em uma velocidade mais lenta, para que assim eu consiga pensar com mais calma e criar táticas mais eficazes. Não desejo dominar o mundo e muito menos quero que todos gostem de mim, muito pelo contrário! Desejo me perder em brigas por uma causa não tão atual, também desejo gastar parte da minha saliva gritando por aquilo que eu vejo como ideal de vida para mim. Não que essa seja a uma maneira racional de se resolver os problemas do mundo, mas dormir demais ou permanecer calado, não faz com que as rodas girem e muito menos ajuda a circular o ar poluído que nos ronda.
Não julgarei idéias e não vou perder meu tempo colocando em cruzes aqueles que eu não sei a verdadeira excência. É legal ter pessoas com idéias diferentes das tuas por perto, é sempre bom refrescar a garganta em algum bar perdido discutindo a política internacional e tentando chegar em algumas conclusões básicas, mas não eternas, o mundo muda demais e eu também.
Vou me perder em brilhos ofuscados por lentes mirabolantes e vou reler o meu livro de piadas, preciso parecer mais engraçado às vezes, não que seja uma necessidade, mas alegrar as pessoas é uma coisa muito divertida, pelo menos eu penso assim.
Liberte-se de todo o peso do mundo, veja como é fácil chegar em todo ponto que você realmente deseja chegar, não são necessárias muitas teorias ou explicações com palavras decoradas, é só perceber quanto é útil respirar com mais calma todos os dias, não ter pressa de viver e aceitar de braços abertos algumas coisas que possam acontecer. Somos o fruto de tudo aquilo que o mundo conspira à favor e contra todos nós. Somos a idealização dos sonhos dos nossos pais e somos aquilo que sempre quiseram ser! Livres!
A salvação está dentro de si mesmo e não há maneira melhor para explicar os fatos simples da vida, se não simplesmente os vivendo.
Leo
3 de jun. de 2008
Entender o entendido é bem chato de se pensar antes de dormir, por isso prefiro só... Dormir
O entendimento nem sempre é necessário, tenho isso como uma grande certeza em minha vida, pois perco muitos minutos do meu sono diário tentando encontrar algumas peças que me aparecem e não parecem fazer tanto sentido naquilo que eu desejo viver e ter como felicidades momentâneas. Me acostumei a não estar feliz por momentos muito longos, por isso sempre tento aproveitar ao máximo os dias de sol, passo protetor solar e desço até a piscina. Não vejo como sonho, mas é a minha vontade, ter mais momentos calmos na vida, sem muitos trovões que assustam crianças. Cansei de me ver chorando em baixo da cama, tentando me esconder das tormentas desse mar que vivo. Então tento seguir com mais calma, colocando um pé na frente do outro, crio uma base mais sólida e fujo daquilo que me assusta e realmente, pensar demais antes de dormir tira o sono e acabo prologando os meus monólogos e me encontro em muitos problemas semi-automáticos em um só segundo.
Desejo mais do que nunca viver a leveza dos ventos do mês de janeiro, onde no meio das férias de verão você esquece todas as aulas chatas que passaram e encontra sempre um amor para percorrer com você o restante dos dias de céu azul. Não seria pedir demais! Não seria mesmo, só queria algo bom para preencher os meus momentos de pânico interno onde não encontro uma só mão alheia tentando me resgatar. Me perco em sorrisos e os chamo de amigos, mas não deveria me enganar tanto assim com quem não me liga aos finais de semana. Vou usar menos o telefone para fazer ligações e esperar ele tocar mais vezes, não que eu realmente queira atenção por muito tempo, preciso de momentos de solidão para me encontrar e tentar descobrir o verdadeiro sentido do meu nome. Não quero mais motivos preocupantes na minha vida, alguns talvez, só para roer um pouco as unhas enquanto espero o próximo ônibus, mas não quero em grandes quantidades, isso engorda! Das preocupações eu só quero as com baixar calorias, me preocupar mais com o mundo superficial e adentrar menos no aquecimento global. Isso com certeza deve deixar alguns fios de cabelo um tanto quanto, brancos.
Uma capa de chuva para proteger os meus pensamentos matinais e um chinelo para refrescar o corpo durante a tarde. Talvez eu refresque as minhas idéias com um mate gelado enquanto vejo o sol ir dormir no final do dia. Não quero nada muito além disso, talvez alguns gritos e emoções aos sábados a noite, mas não precisa ser algo rotineiro e com acerto em cartório. Mais emoção e menos sentimentos que machucam o nosso peito, pra que é necessário se chorar tanto para aprender a não chorar mais? Guardaria mais as minhas lágrimas para os finais de filmes bonitos, quando o mocinho agarra a mocinha e tudo acaba bem. Tenho sido o bandido das minhas próprias histórias, não que seja eu mesmo que esteja selecionando os papéis das minhas tramas, mas me vejo com armas nas mãos, atirando para o alto procurando algum motivo para não querer estar mais aqui.
Vou esperar até o próximo ano novo e vou comemorar mais as vitórias do meu time no decorrer desse campeonato. Vou caçando motivos aleatórios para me ver sorrindo, talvez seja em alguma tarde perdida me acabando em um pote de sorvete ou talvez em mais um filme sem nexo, realmente eu não sei como planejar a minha alegria configurada, daquela que se sabe quando começa e quando vai virar tédio. Não me vejo mais em palcos gritando a nostalgia do rock. Me vejo perdido em meio a platéia, buscando algum lugar suficientemente bom para conseguir enxergar melhor a minha própria vida, sendo mais assistida do que vivida pelo protagonista.
Talvez mais um gole seja o suficiente para não sentir mais os meus próprios pés e assim eu acabe com as minhas energias dançando frenéticamente o ritmo de mais um dia sem turbulências. Me enrolar no meu edredon laranja e esperar o hoje virar ontem, sonhar mais com pessoas incríveis ao meu lado e fazer mais coisas erradas. Não aprendi a errar e aceitar de uma maneira mais tolerante, me culpo demais.
Da próxima vez eu vou ler com mais calma o manual de instruções desses jogos que a vida nos oferece, vou perder mais meu tempo aprendendo, para chegar com mais perfeição em tudo aquilo que desejo de bom para a minha vida. Tenho medo de me ver sozinho por muito tempo ou cair em um possível esquecimento, não tenho medo algum de assumir que tenho medo de várias coisas e a que mais me assusta é essa. Mas não vou me preocupar em dissertar muitas linhas com esse assunto, que eu sempre prefiro não citar com tanta fluência assim. Prefiro perder saliva falando sobre coisas engraçadas e sentir minha barriga doendo com algum assunto que realmente me motiva.
Pouco me importa tudo que acontece longe da minha cama hoje
só preciso de tempo para me encontrar
e se eu não me encontrar novamente
tiro férias e me refaço
Leonardo
Leonardo
26 de mai. de 2008
Para ti os meus sonhos de consumo
Sou aquilo que você gosta de ver
Me encaixo em qualquer padrão
E sei ser o bom moço do seu almoço de domingo
Selecionando camisa, ornando com a cor dos meus sapatos
Admirado em vitrines vivas
Caminho de camisa a minha vulgaridade
Sem medo dos seus olhares
Sou aquilo que você quer ter
Deseja-me ser, é isso que quer
Não duvide do seu gosto
Pague para si aquilo que deseja
E seja sonho uma vez
Que por uma noite
Em passos não tão longos
Eu consiga brilhar mais que seu sorriso
Leonardo
Me encaixo em qualquer padrão
E sei ser o bom moço do seu almoço de domingo
Selecionando camisa, ornando com a cor dos meus sapatos
Admirado em vitrines vivas
Caminho de camisa a minha vulgaridade
Sem medo dos seus olhares
Sou aquilo que você quer ter
Deseja-me ser, é isso que quer
Não duvide do seu gosto
Pague para si aquilo que deseja
E seja sonho uma vez
Que por uma noite
Em passos não tão longos
Eu consiga brilhar mais que seu sorriso
Leonardo
Leonardo Tatsuo Arima da Fonseca, com algumas doses de falta de sono e a insanidade de um ser normal
Aprenda a apreciar o silêncio, como se você conseguisse ouvir as vozes que estão guardadas dentro da sua cabeça. Elas precisam sair de você e precisam ser desenhadas em palavras. Não que essas realmente conseguirão ilustrar a sua pura insanidade, mas a minha complexidade chata se estampa bem em camisetas que rabisco com os dedos.
Tenho a sorte de conseguir conversar muito bem sozinho, não chego a conclusões facilmente e sempre acabo perdendo o sono quando eu mais necessitaria dormir. Mas tudo bem, não quero regrar a minha vida em noites bem dormidas e dias bem vividos, tanto faz para mim a ordem que o sol e a lua dividem o mundo, não li em nenhum livro de regras que é necessário dormir a noite e sorrir belamente para o seu chefe o dia todo. Muito pelo contrário! Quem faz as regras nesse meu mundo de palavras sou eu e mais ninguém. A capacidade é minha e não divido, como se fosse um prêmio meu e só meu! Não costumo gostar de dividir os chocolates que eu ganho e raramente dou goles da minha Coca-Cola, não divido os prazeres da vida com ninguém e sou assim mesmo.
Egoísta! Gosto de ter para mim cada sensação legal que a vida proporciona. É legal até você tentar explicar o que você pensa sobre os filmes conceituais que assiste, mas nem sempre é tão bom dividir aquilo que só o teu olhar captou. Complexo demais para se explicar em uma conversa única. Seriam necessários muitos café e doses continuas de alguma bebida barata para explicar o que eu realmente quero dizer quando estou beirando o sono e a falta de criatividade.
Me confundo com as palavras as vezes, pois algumas somem da minha cabeça e vejo que escrevi milhares de vezes uma só palavra. Não, não é minha culpa mesmo. Simplesmente estou dizendo para mim mesmo o que escrever e vou caminhando de letra para letra, tentando encontrar nessa corrida de palavras algo legal a ser dito, mas a vida nem sempre é tão coerente a tudo que eu quero dizer em textos perdidos e sem pretensão alguma, não sei ensinar e muito menos sei o que pode sair entre um pensamento e outro. Sou volúvel e sempre estou mudando de opinião rapidamente, sendo que em alguns minutos eu posso mudar totalmente de idéia e deixar de ser herói, para então com mais sarcasmo tentar ser o vilão com a cabeça mais desejada de toda a cidade ou história em quadrinho.
Para cada opinião do mundo, eu tenho a minha. Para cada visão do mundo, eu tenho o meu ponto de vista. Não me baseio em regra alguma, não sou quadrado e sei me modificar para rapidamente tornar sorriso a sua cara de mágoa. Sei dizer corretamente a palavra certa na hora certa. Preencho os seus ouvidos com as mais belas palavras, mas aprendo a ser rude em questão de segundos. Esse sou eu e não mudo. Alias! Mudo sim!
Tenho a sorte de conseguir conversar muito bem sozinho, não chego a conclusões facilmente e sempre acabo perdendo o sono quando eu mais necessitaria dormir. Mas tudo bem, não quero regrar a minha vida em noites bem dormidas e dias bem vividos, tanto faz para mim a ordem que o sol e a lua dividem o mundo, não li em nenhum livro de regras que é necessário dormir a noite e sorrir belamente para o seu chefe o dia todo. Muito pelo contrário! Quem faz as regras nesse meu mundo de palavras sou eu e mais ninguém. A capacidade é minha e não divido, como se fosse um prêmio meu e só meu! Não costumo gostar de dividir os chocolates que eu ganho e raramente dou goles da minha Coca-Cola, não divido os prazeres da vida com ninguém e sou assim mesmo.
Egoísta! Gosto de ter para mim cada sensação legal que a vida proporciona. É legal até você tentar explicar o que você pensa sobre os filmes conceituais que assiste, mas nem sempre é tão bom dividir aquilo que só o teu olhar captou. Complexo demais para se explicar em uma conversa única. Seriam necessários muitos café e doses continuas de alguma bebida barata para explicar o que eu realmente quero dizer quando estou beirando o sono e a falta de criatividade.
Me confundo com as palavras as vezes, pois algumas somem da minha cabeça e vejo que escrevi milhares de vezes uma só palavra. Não, não é minha culpa mesmo. Simplesmente estou dizendo para mim mesmo o que escrever e vou caminhando de letra para letra, tentando encontrar nessa corrida de palavras algo legal a ser dito, mas a vida nem sempre é tão coerente a tudo que eu quero dizer em textos perdidos e sem pretensão alguma, não sei ensinar e muito menos sei o que pode sair entre um pensamento e outro. Sou volúvel e sempre estou mudando de opinião rapidamente, sendo que em alguns minutos eu posso mudar totalmente de idéia e deixar de ser herói, para então com mais sarcasmo tentar ser o vilão com a cabeça mais desejada de toda a cidade ou história em quadrinho.
Para cada opinião do mundo, eu tenho a minha. Para cada visão do mundo, eu tenho o meu ponto de vista. Não me baseio em regra alguma, não sou quadrado e sei me modificar para rapidamente tornar sorriso a sua cara de mágoa. Sei dizer corretamente a palavra certa na hora certa. Preencho os seus ouvidos com as mais belas palavras, mas aprendo a ser rude em questão de segundos. Esse sou eu e não mudo. Alias! Mudo sim!
Quando eu quero e se quero realmente mudar, nessa vida eu aprendi que não devemos nunca dizer nunca, mas que isso fique para uma próxima conversa.
Para os meus delírios e loucuras, algumas gotas de adoçante por favor.
Leonardo
Para os meus delírios e loucuras, algumas gotas de adoçante por favor.
Leonardo
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