Acho incrível a maneira que esse "verbo" adentra a minha cabeça em dias nostálgicos. Em momentos que eu me perco no pensar em coisas que já passaram e vejo como a vida é algo tão frágil, totalmente impossível de se entender, mesmo que existam milhares de explicações, sejam elas científicas, religiosas ou sentimentais. Morrer é algo que está literalmente fora dos planos de qualquer um de nós, seres vivos, feitos de carne e osso, e talvez, uma possível energia que nos acompanha, essa que pode acabar a qualquer momento, e um possível encontro de átomos que se chocam com extrema força e acaba de vez com tudo aquilo que se herdou durante muitos anos.
É o ponto final de tudo, é a capacidade de transformar ricos e poderosos em um nada tão grande, em pura massa e volume, um saco de ossos ou um punhado de cinzas. As cicatrizes ficam perdurando naqueles que são obrigados em vida suportar toda essa situação estranha, do ter hoje e a possibilidade única de não existir mais à partir de um amanhã tão duvidoso.
Me pergunto todos os dias o que devemos fazer para não parecermos essas garrafas descartáveis de uso único, que se consome todo o seu conteúdo em um espaço de tempo e depois torna-se lixo, tão comum como o ato de respirar e comer. O que é necessário fazer para atingir a imortalidade e não me encontrar perdido dentro de uma quantidade ridícula de madeira, usando a roupa que você não queria usar nunca.
Escreveremos livros, vamos expor as nossas idéias, tornaremos então seres notáveis entre as outras diversas garrafas do engradado. Cantaremos sozinhos mais alto do que qualquer outro cantor lírico, com toda força do mundo para que seja possível ouvir as nossas santas vozes ao percorrer das montanhas distantes.
Se teremos sorte, só mesmo antes do último fechar dos olhos que vamos descobrir, essa maldita exatidão não tão exata, essa capacidade de tentar descobrir como são as coisas em uma outra etapa, tudo é tão duvidoso. Mas eu Leonardo, espero com toda força que eu tiver, abraçar pelo menos 1% do céu que foi entregue de presente para nós, seres de boa vontade e criatividade e que seja capaz de transformar em palavras eternas tudo aquilo que eu penso e sinto, sobre o mundo ou simplesmente, sobre nós, geração pós "Coca-Cola".
Transforme em vontade eterna essa necessidade de sorrir.
Leonardo
É o ponto final de tudo, é a capacidade de transformar ricos e poderosos em um nada tão grande, em pura massa e volume, um saco de ossos ou um punhado de cinzas. As cicatrizes ficam perdurando naqueles que são obrigados em vida suportar toda essa situação estranha, do ter hoje e a possibilidade única de não existir mais à partir de um amanhã tão duvidoso.
Me pergunto todos os dias o que devemos fazer para não parecermos essas garrafas descartáveis de uso único, que se consome todo o seu conteúdo em um espaço de tempo e depois torna-se lixo, tão comum como o ato de respirar e comer. O que é necessário fazer para atingir a imortalidade e não me encontrar perdido dentro de uma quantidade ridícula de madeira, usando a roupa que você não queria usar nunca.
Escreveremos livros, vamos expor as nossas idéias, tornaremos então seres notáveis entre as outras diversas garrafas do engradado. Cantaremos sozinhos mais alto do que qualquer outro cantor lírico, com toda força do mundo para que seja possível ouvir as nossas santas vozes ao percorrer das montanhas distantes.
Se teremos sorte, só mesmo antes do último fechar dos olhos que vamos descobrir, essa maldita exatidão não tão exata, essa capacidade de tentar descobrir como são as coisas em uma outra etapa, tudo é tão duvidoso. Mas eu Leonardo, espero com toda força que eu tiver, abraçar pelo menos 1% do céu que foi entregue de presente para nós, seres de boa vontade e criatividade e que seja capaz de transformar em palavras eternas tudo aquilo que eu penso e sinto, sobre o mundo ou simplesmente, sobre nós, geração pós "Coca-Cola".
Transforme em vontade eterna essa necessidade de sorrir.
Leonardo
4 comentários:
léo,
não sabia que você escrevia tão bem e,muito menos, que o que eu tivesse lido aqui me fizesse refletir sobre tudo..
PARABENS [mais sinceros impossivel]
bjao laura(ovelha) mineira pao de queijo fã do Jabbie,o cao sensacional
SINTO MUITO PELA FATALIDADE DA MORTE, SEMPRE INEXPLICAVELMENTE CRUEL, INDEPENDENTE DE CONCEITOS, DE REPENTE SE ME ENTUBO NAS SUA REFLEXOES POSSO FICAR MEIO DOWN, MESMO. MAS NAO TENHO MUITO TEMPO PARA ISSO O TEMPO URGE, E PARA MIM O FINAL DESTE TEMPO ESTA CADA DIA MAIS PROXIMO, E PRECISO FINALIZAR ALGUMAS COISAS QUE OBJETIVEI NESSA ETAPA. E NAO SEI QUANTO TEMPO FALTA. HISTORICAMENTE, FALANDO DO FAMILIAR, O TEMPO MEDIO DE VIDA DA MINHA FAMILIA INCLUINDO PAI, MAE E IRMA SERIA 48,3 ANOS, SOMANDO E SUBTRAINDO OS ANOS Q VIVERAM, DIANTE DISSO SO ME FALTARIAM ALGUNS MESES. FATAL, NE?
DIANTE DISSO VOU A LUTA E DEIXO OS DELIRIOS PRA VC QUE AINDA TEM MUITAS HORAS DE VOO PELA FRENTE. GOMEN, NE?
desculpe a minha objetividade, mas em termos literarios o texto eh muito bom, e a reflexao digna dos seus pensamentos, continue assim que voce tem futuro, infelizmente tvz eu vou ter que ir antes, ou tvz fique p ver seu sucesso! nao posso garantir nada, vc sabe ne?
Leo... carpe diem meu velho... o resto vem no bonde, e assino embaixo do que o anonimo acima disse ;)
bjo na branca
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