Enfileiramos escolhas assistindo ao pôr do
sol e seus olhos brilhavam, entortando a cabeça para apoiar no meu ombro,
falando sobre as sensações das manhãs de domingo. Quando coração bate por
motivos alem da circulação, enquadrando na memória retratos significativos de
passados presentes. Seus olhos flertam os meus, nem silabas precisam ser ditas,
expressadas ou compactadas, pois o breve silêncio reluz nossos sentimentos tão bem.
Quando esse resolver partir, descobriremos
o que é andar, como é crescer, como é dizer sem ter nada na cabeça para
explicar depois. Nossa confusão mental impediu que assistíssemos ao final do
dia e as pernas hiperativas descobriram novos caminhos e guiaram-se,
estupidamente por vezes, mas o fizeram. A juventude explica ignorância, solidão
e falta de humor nos decorrentes dias da semana que gostaria de dormir alem do
programa esportivo da hora do almoço.
Por muito percebemos que estávamos errados
e cometemos crimes hediondos, passando a vez para imaturidade, mas devo olhar
somente para frente e abstrair esses retratos passados, tropeçar novidades e
desencanar dos filmes da última sessão, se valesse a pena,
sua ligação teria durado mais que trinta segundos e discorreria alem do
trivial, mas já passou, tudo bem.
Nessa semana vou criar meus objetivos,
focar nos sorrisos e aproveitar com chá bem quente todas as manhãs desse
outono, que logo virá aos vinte e sete, recriando emoções para mais novas emoções.
Take it easy
Leo