Ajoelhei dialogando com O Arquiteto
Transcender energia pelo peito
Adquiri muito alem do que ar que respiro
Sintonizando o brilho das estrelas
Perdi-me por entre nuvens e sonhos lúcidos
Tocando a mão da capacidade de sobrevoar
Discorrendo necessidades, confabulando
Melhorias e adaptações cabíveis
Das paredes que me cabem
Pelo teto que nos cobre
Chuva amargura ou decadência do tédio
Chulos desapercebidos não encontram remédio
Organizaram outra prateleira
Mudaram a ordem e por isso
Pouco entendidos questionam até sua origem
Desacreditam no obvio e julgam ser muito
espertos
Questionando até os bigodes da sabedoria
Mas choram quando suas mães esquecem de
deixar suas chaves na portaria
E reclamam demais, por serem jovens que vão
envelhecer
Aceitam com negativa as rugas
Desapercebidos, deixam para trás os
conhecimentos futuros
Decoram bordões da TV
Mas nunca ajoelham para agradecer
Tristes refrões para te completar
Só deveria dizer...
Mas estamos todos prestes à enlouquecer
A. Tatsuo
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