11 de mai. de 2013

Desenho escrito.


Indaguei amor cobrando-lhe a rosa
Desfolhada, desmembrada de paixão que atravessou
Épocas passadas, ignoradas, ninguém se atentou
Redobrando duas horas para vida caber naquela prosa
Que deveria haver de ser exata
Menos idêntica a tal errata
Designada enganar com poucas falhas
Do amor partido friamente com o fio da navalha
Se houvesse como encolher, encolheria
Dentro dos meus sonhos, seus erros corrigiria
Voltaria na máquina que torna presente o passado
Gritaria tão alto e até garoto ficaria assustado
Completaria lacunas que hoje andam carentes
Trocaria por cores sorridentes
Alegres e vividas
Teria aos montes, com elas pagaria minhas dívidas
Aquelas atrasadas, das outras falhas
Da página que acaba de ser virada
Para vida não ficar parada
Ter continuidade
E possamos estar atentos as próximas oportunidades.

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