Indaguei amor cobrando-lhe a rosa
Desfolhada, desmembrada de paixão que
atravessou
Épocas passadas, ignoradas, ninguém se
atentou
Redobrando duas horas para vida caber
naquela prosa
Que deveria haver de ser exata
Menos idêntica a tal errata
Designada enganar com poucas falhas
Do amor partido friamente com o fio da
navalha
Se houvesse como encolher, encolheria
Dentro dos meus sonhos, seus erros
corrigiria
Voltaria na máquina que torna presente o
passado
Gritaria tão alto e até garoto ficaria
assustado
Completaria lacunas que hoje andam carentes
Trocaria por cores sorridentes
Alegres e vividas
Teria aos montes, com elas pagaria minhas dívidas
Aquelas atrasadas, das outras falhas
Da página que acaba de ser virada
Para vida não ficar parada
Ter continuidade
E possamos estar atentos as próximas
oportunidades.
Nenhum comentário:
Postar um comentário