- Eu avisei que iria a essa festa! Vai todo mundo cara, não posso deixar de ir. Encontro Anual de Pessoas Bonitas e Descoladas da Terra do Nunca. Faz tempo que não saio para dançar a noite inteira. Correndo até o banheiro, me apaixonando no corredor. Faz tempo que não faço nada que até cansei de fazer nada, preciso fazer alguma coisa.
- Só queria que você não fosse. Estou com medo de ficar aqui sozinha. Ouvi tantos barulhos vindos dali. Acho que o Capitão Gancho voltou Peter. Fico quietinha, não causo nenhum problema. Fica aqui comigo?
Peter estava arrumado. Calça nova, camiseta passada, perfume e barba feita. Estava perfeito. Ele queria ver a noite virar dia e conhecer alguém que ainda não conhecia. Às vezes nem pergunta o nome e a paixão segue por uma nova boca. A juventude pede música alta, não tem como pedir para ficar quieto. Sentado ele vai se estressar!
- Não posso ficar! Não posso! Não posso e não quero ficar aqui dentro! Sem ver nada? Fazendo o que? Qual o problema? Desembucha nanica, abre essa boca e explica o que não entendi direito. Desenha?
- Pode ir! Vai! Tchau!
Seus olhos mudaram de cor. Do verde ao azul. Acompanhado da beleza de um sorriso gigante que aparecera para contemplar o momento. Peter, ignorou qualquer sentimento, pensou com sua vontade. Virou as costas e caminhou até a porta. No terceiro passo, percebeu que alguém ali não estava contente. O ar sempre muda quando as pessoas passam por sentimentos arbitrários. Confuso. Parou ali. Piscou duas vezes, desfez o rosto e disse:
- O que foi garota? Por que te incomoda tanto? Volto com vida! Prometo!
- Eu queria que você me fizesse companhia hoje. Preciso de um amigo. Alguém para conversar. Até posso ficar acordada com você até o dia clarear! O que você acha Peter?
Sem respirar...
- Conversamos amanhã! Quero aproveitar que ainda é cedo e passar na casa do Pedro. Vamos encontrar algumas amigas e de lá partiremos. Até!
Sabe quando você gosta muito de uma pessoa? Gostar é normal. Cada um com um número diferente. Alguns têm mais, alguns menos, mas sempre o suficiente. Todo mundo gosta ou já gostou. Teve um caso, se apaixonou pela menina da carteira da frente. Sentou do lado de uma menina no ônibus e conversou até o centro. Quando levantou deu de encontro com o mais belo conjunto de beleza. E é assim! Todos gostam! E quando menos percebem, sentem e o sentir sempre é uma novidade estranha em um primeiro ver. Pensa-se, calcula-se e às vezes, muitas vezes não admite.
Somos fundamentais uns para os outros e contar isso no meio da conversa parece indigesto. Eu gosto de você! Talvez seja isso que ele precisa para ficar e perceber o que ele nunca percebeu. Sempre se fez de dura essa menina e deixou de lado por vezes. Mas agora ele está saindo e provavelmente voltará apaixonado pela vida. Vai contar novidade durante uma semana inteira. De segunda até sexta o assunto será o mesmo. E ela e seu pobre coração dançarão apertados. Bombeando a tristeza por todo corpo. Levando vontade de dormir até mais tarde por todos os dias. Até que tudo melhore. Mas é muito estranho quando começa a doer algo que normalmente está só ali, bombeando!
- Gosto! Eu gosto. Fica? Te animo, canto! Encanto? Fica? Pode ficar?
Correu até o menino e grudou em seu braço. Até eu ficaria se um sorriso daqueles brilhasse tão perto dos meus olhos. Deu para perceber que ela puxou três vezes o ar. Com força. Respirou com muita força. Encheu o peito e foi.
- Tenho medo de te perder na noite! Tenho medo de te ver na rua. Tenho medo! Tenho medo de uma boca que possa te beijar. Tenho medo que possa se apaixonar. Conhece menina nova e esquece-se da menina velha. Estou acabada né?!
- Está com ciúmes? Sente uma mastigada na região do coração?
Sininho mordeu sua boca. Perdida ali.
- Não seja irônico comigo! Não seja! Não pode!
- Sou sempre o primeiro a ser descartado, deixado de lado. Sempre sou o primeiro a ser esquecido. Nunca me chamou primeiro quando está escolhendo time! Nunca! E agora tem ciúmes? Não se cansou de ter tudo de uma vez? Não pode ser assim! Você que não pode! Não pode!
Nesse momento o corredor ficou vinte vezes maior! Peter procurava no chão a sua vontade de sair de casa. Olhando para baixo, rosto inclinado. Chateou-se! É quando você solta aleatoriamente um pensamento que guardou por um bom tempo, mas que nunca deveria sair de sua boca. E quando ele resolve sair. Nervoso, afoito! Ofegante! Ele machuca mais quem a dita do que quem só capta a informação.
Nunca na vida haverá perfeição entre os seres, pois não há um meio de encontrar a perfeição dentro de nossas limitações. Somos diferentes. Gostamos de coisas diferentes e sempre teremos oposição dentro dessa democracia. Relacionamentos, casamentos, namoros, parcelas do fogão. Briga-se por isso!
- Quer conversar?
- Não Sininho!
- Mas eu posso falar? Posso dizer?
Nesse momento ouviu-se um barulho vindo do sul da ilha do norte, onde habitam dezoito Garotos Perdidos, entre eles dez garotos e oito garotas. Todos se dão muito bem por ali. Gostam de boa comida, cultivam flores maravilhosas naquela região. Apreciam positivamente a loucura dessa Terra. Mas esse som assustou os dois e fez com que parassem de falar para só ouvir o que poderia ser.
Os dois saíram de casa para procurar algo. Ao primeiro ver não aconteceu nada de extraordinário com o nosso mundo. Mas viu-se vindo em uma velocidade uma Garota Perdida, que vinha na direção do contraditório casal.
- Tic Tac acordou e está jogando água para todos os lados. Destruiu vários botes e tem Meninos precisando de ajuda! Peter! Peter! Tic Tac acordou! Precisamos de você!
- Você vem comigo Nanica?
Sininho piscou seus olhos vinte vezes. Contei! Tive que contar.
Ela foi voando atrás de Peter até o local do delito. Botes multiplicaram diversos pedaços de madeira. Todos boiando. Meninos tentavam fugir do crocodilo que partia na direção deles com muita violência. Acho que seus problemas eram imensos. Ele sentia muita raiva em cada mordida que, por Deus, não havia pegado ninguém.
A fadinha puxou a fila para avisar a chegada do seu grande Peter Pan!
- Lagartixazinha! Ridícula! Tic! Tac! Tic! Tac! Que barulho é esse?! Comeu um relógio ou está precisando ir ao banheiro urgentemente?
- Cala a boca Sininho! Vá ajudar os garotos ali!
Minha mãe dizia para sempre prestar atenção em cada coisa que fosse fazer. Isso evita tropeçar no próprio pé. Deixar cair coisas no meio da cozinha enquanto prepara o almoço. Aprende desde cedo a não ser descuidado. Descuidos possuem preços muito caros e quase sempre são aqueles que não podem ser parcelados no cartão de crédito. É á vista e só! Não tem segunda opção! Bobiou, dançou!
Tic Tac assistiu muito bem a cena e resolveu esperar. Contou e no momento certo pulou em direção da fada. Não pegou inteira! Ainda bem! Mas o impacto a jogou para longe. Assustada não conseguiu voar. Suas asas não batiam direito quando sua pulsação fugia a regra. Caiu machucada! Sua luz diminuiu e Peter voou até perto. Enquanto Tic Tac sumia pelo rio.
- Sininho? Ei! Pode me escutar? Por favor! Sininho? Responda!
A resposta não vinha...
- Ei! Sininho?! Não vai! Não vai! Não é pra você ir!
Na mesma quantidade que crescia o desespero, Sininho deixava de brilhar. Sua luz diminui a cada lágrima do menino que não sabia o que fazer. Ela não respondia. Ele falava sozinho! A chacoalhou, mas não adiantou! Estava desligando tudo.
- Ei, fica comigo para sempre? Promete que vai ficar comigo para sempre?! Conta comigo para tudo que for preciso. Se fiz tudo que pediu, fiz por que quis e muitas vezes é te fazendo feliz que me sinto bem. Sabia? É só ter pensamentos leves...
Diz à lenda que a cada primeiro choro de um bebê, uma fada nasce! Mas quando esse bebê cresce, descobre a vida que vai além da brincadeira e sempre parece uma chatisse! Nem todos poderão brincar e acabam esquecendo-se da fada. Essa então cai morta no chão. Espatifada. Esquecida pela infância que acaba sem perdão!
Mas seria um bom conto se acabasse de uma forma triste? Sentindo a falta que alguém pode fazer? Seria interessante terminar triste? Por que me sinto tão triste por aqui? Ela veio de onde? Veio por que? Para que veio?
Não seria legal!
Ou seria?! Seria?! Seria o que? Ah! É só ter pensamentos leves! É só tirar o peso da cabeça e fazer com que ela tenha diversos pensamentos tranqüilos. Penas, algodão. Pétalas de rosas no chão lembram paixão. Paixão deixa o pensamento leve também!
Acredite muito no que você quer. Acredite em fadas. Acredite no seu foco. Acredite no seu objetivo. Acredite na capacidade. Acredite em fadas mais uma vez. Duas vezes mais do que já calculou até aqui, mais uma porcentagem aleatória. Goste mais do que antes! Se entender assim já é o suficiente.
E bata palmas!
Se você acredita em fadas! Bata Palmas!
- Eu acredito em fadas!
Peter Pan explodiu em aplausos. Girava pelo ar. Subia, descia, passava perto da água. Batia palmas, cantava, adorava! Ele acreditava realmente em fadas!
- Eu acredito em fadas!
A luz aumentou! Parecia que tinham acendido uma lâmpada. Brilhava. Brilhava. Foi jogando brilho por tudo ali ao redor. Pulmão já funcionava normalmente!
- Você é o otário que eu mais gosto nesse mundo!
- Mesmo? Sem parar?
- Até onde puder vou te amar Bestão!
E o malvado Tic Tac voltou só na segunda-feira, na hora de voltar ao trabalho.
Leo Fonseca
- Só queria que você não fosse. Estou com medo de ficar aqui sozinha. Ouvi tantos barulhos vindos dali. Acho que o Capitão Gancho voltou Peter. Fico quietinha, não causo nenhum problema. Fica aqui comigo?
Peter estava arrumado. Calça nova, camiseta passada, perfume e barba feita. Estava perfeito. Ele queria ver a noite virar dia e conhecer alguém que ainda não conhecia. Às vezes nem pergunta o nome e a paixão segue por uma nova boca. A juventude pede música alta, não tem como pedir para ficar quieto. Sentado ele vai se estressar!
- Não posso ficar! Não posso! Não posso e não quero ficar aqui dentro! Sem ver nada? Fazendo o que? Qual o problema? Desembucha nanica, abre essa boca e explica o que não entendi direito. Desenha?
- Pode ir! Vai! Tchau!
Seus olhos mudaram de cor. Do verde ao azul. Acompanhado da beleza de um sorriso gigante que aparecera para contemplar o momento. Peter, ignorou qualquer sentimento, pensou com sua vontade. Virou as costas e caminhou até a porta. No terceiro passo, percebeu que alguém ali não estava contente. O ar sempre muda quando as pessoas passam por sentimentos arbitrários. Confuso. Parou ali. Piscou duas vezes, desfez o rosto e disse:
- O que foi garota? Por que te incomoda tanto? Volto com vida! Prometo!
- Eu queria que você me fizesse companhia hoje. Preciso de um amigo. Alguém para conversar. Até posso ficar acordada com você até o dia clarear! O que você acha Peter?
Sem respirar...
- Conversamos amanhã! Quero aproveitar que ainda é cedo e passar na casa do Pedro. Vamos encontrar algumas amigas e de lá partiremos. Até!
Sabe quando você gosta muito de uma pessoa? Gostar é normal. Cada um com um número diferente. Alguns têm mais, alguns menos, mas sempre o suficiente. Todo mundo gosta ou já gostou. Teve um caso, se apaixonou pela menina da carteira da frente. Sentou do lado de uma menina no ônibus e conversou até o centro. Quando levantou deu de encontro com o mais belo conjunto de beleza. E é assim! Todos gostam! E quando menos percebem, sentem e o sentir sempre é uma novidade estranha em um primeiro ver. Pensa-se, calcula-se e às vezes, muitas vezes não admite.
Somos fundamentais uns para os outros e contar isso no meio da conversa parece indigesto. Eu gosto de você! Talvez seja isso que ele precisa para ficar e perceber o que ele nunca percebeu. Sempre se fez de dura essa menina e deixou de lado por vezes. Mas agora ele está saindo e provavelmente voltará apaixonado pela vida. Vai contar novidade durante uma semana inteira. De segunda até sexta o assunto será o mesmo. E ela e seu pobre coração dançarão apertados. Bombeando a tristeza por todo corpo. Levando vontade de dormir até mais tarde por todos os dias. Até que tudo melhore. Mas é muito estranho quando começa a doer algo que normalmente está só ali, bombeando!
- Gosto! Eu gosto. Fica? Te animo, canto! Encanto? Fica? Pode ficar?
Correu até o menino e grudou em seu braço. Até eu ficaria se um sorriso daqueles brilhasse tão perto dos meus olhos. Deu para perceber que ela puxou três vezes o ar. Com força. Respirou com muita força. Encheu o peito e foi.
- Tenho medo de te perder na noite! Tenho medo de te ver na rua. Tenho medo! Tenho medo de uma boca que possa te beijar. Tenho medo que possa se apaixonar. Conhece menina nova e esquece-se da menina velha. Estou acabada né?!
- Está com ciúmes? Sente uma mastigada na região do coração?
Sininho mordeu sua boca. Perdida ali.
- Não seja irônico comigo! Não seja! Não pode!
- Sou sempre o primeiro a ser descartado, deixado de lado. Sempre sou o primeiro a ser esquecido. Nunca me chamou primeiro quando está escolhendo time! Nunca! E agora tem ciúmes? Não se cansou de ter tudo de uma vez? Não pode ser assim! Você que não pode! Não pode!
Nesse momento o corredor ficou vinte vezes maior! Peter procurava no chão a sua vontade de sair de casa. Olhando para baixo, rosto inclinado. Chateou-se! É quando você solta aleatoriamente um pensamento que guardou por um bom tempo, mas que nunca deveria sair de sua boca. E quando ele resolve sair. Nervoso, afoito! Ofegante! Ele machuca mais quem a dita do que quem só capta a informação.
Nunca na vida haverá perfeição entre os seres, pois não há um meio de encontrar a perfeição dentro de nossas limitações. Somos diferentes. Gostamos de coisas diferentes e sempre teremos oposição dentro dessa democracia. Relacionamentos, casamentos, namoros, parcelas do fogão. Briga-se por isso!
- Quer conversar?
- Não Sininho!
- Mas eu posso falar? Posso dizer?
Nesse momento ouviu-se um barulho vindo do sul da ilha do norte, onde habitam dezoito Garotos Perdidos, entre eles dez garotos e oito garotas. Todos se dão muito bem por ali. Gostam de boa comida, cultivam flores maravilhosas naquela região. Apreciam positivamente a loucura dessa Terra. Mas esse som assustou os dois e fez com que parassem de falar para só ouvir o que poderia ser.
Os dois saíram de casa para procurar algo. Ao primeiro ver não aconteceu nada de extraordinário com o nosso mundo. Mas viu-se vindo em uma velocidade uma Garota Perdida, que vinha na direção do contraditório casal.
- Tic Tac acordou e está jogando água para todos os lados. Destruiu vários botes e tem Meninos precisando de ajuda! Peter! Peter! Tic Tac acordou! Precisamos de você!
- Você vem comigo Nanica?
Sininho piscou seus olhos vinte vezes. Contei! Tive que contar.
Ela foi voando atrás de Peter até o local do delito. Botes multiplicaram diversos pedaços de madeira. Todos boiando. Meninos tentavam fugir do crocodilo que partia na direção deles com muita violência. Acho que seus problemas eram imensos. Ele sentia muita raiva em cada mordida que, por Deus, não havia pegado ninguém.
A fadinha puxou a fila para avisar a chegada do seu grande Peter Pan!
- Lagartixazinha! Ridícula! Tic! Tac! Tic! Tac! Que barulho é esse?! Comeu um relógio ou está precisando ir ao banheiro urgentemente?
- Cala a boca Sininho! Vá ajudar os garotos ali!
Minha mãe dizia para sempre prestar atenção em cada coisa que fosse fazer. Isso evita tropeçar no próprio pé. Deixar cair coisas no meio da cozinha enquanto prepara o almoço. Aprende desde cedo a não ser descuidado. Descuidos possuem preços muito caros e quase sempre são aqueles que não podem ser parcelados no cartão de crédito. É á vista e só! Não tem segunda opção! Bobiou, dançou!
Tic Tac assistiu muito bem a cena e resolveu esperar. Contou e no momento certo pulou em direção da fada. Não pegou inteira! Ainda bem! Mas o impacto a jogou para longe. Assustada não conseguiu voar. Suas asas não batiam direito quando sua pulsação fugia a regra. Caiu machucada! Sua luz diminuiu e Peter voou até perto. Enquanto Tic Tac sumia pelo rio.
- Sininho? Ei! Pode me escutar? Por favor! Sininho? Responda!
A resposta não vinha...
- Ei! Sininho?! Não vai! Não vai! Não é pra você ir!
Na mesma quantidade que crescia o desespero, Sininho deixava de brilhar. Sua luz diminui a cada lágrima do menino que não sabia o que fazer. Ela não respondia. Ele falava sozinho! A chacoalhou, mas não adiantou! Estava desligando tudo.
- Ei, fica comigo para sempre? Promete que vai ficar comigo para sempre?! Conta comigo para tudo que for preciso. Se fiz tudo que pediu, fiz por que quis e muitas vezes é te fazendo feliz que me sinto bem. Sabia? É só ter pensamentos leves...
Diz à lenda que a cada primeiro choro de um bebê, uma fada nasce! Mas quando esse bebê cresce, descobre a vida que vai além da brincadeira e sempre parece uma chatisse! Nem todos poderão brincar e acabam esquecendo-se da fada. Essa então cai morta no chão. Espatifada. Esquecida pela infância que acaba sem perdão!
Mas seria um bom conto se acabasse de uma forma triste? Sentindo a falta que alguém pode fazer? Seria interessante terminar triste? Por que me sinto tão triste por aqui? Ela veio de onde? Veio por que? Para que veio?
Não seria legal!
Ou seria?! Seria?! Seria o que? Ah! É só ter pensamentos leves! É só tirar o peso da cabeça e fazer com que ela tenha diversos pensamentos tranqüilos. Penas, algodão. Pétalas de rosas no chão lembram paixão. Paixão deixa o pensamento leve também!
Acredite muito no que você quer. Acredite em fadas. Acredite no seu foco. Acredite no seu objetivo. Acredite na capacidade. Acredite em fadas mais uma vez. Duas vezes mais do que já calculou até aqui, mais uma porcentagem aleatória. Goste mais do que antes! Se entender assim já é o suficiente.
E bata palmas!
Se você acredita em fadas! Bata Palmas!
- Eu acredito em fadas!
Peter Pan explodiu em aplausos. Girava pelo ar. Subia, descia, passava perto da água. Batia palmas, cantava, adorava! Ele acreditava realmente em fadas!
- Eu acredito em fadas!
A luz aumentou! Parecia que tinham acendido uma lâmpada. Brilhava. Brilhava. Foi jogando brilho por tudo ali ao redor. Pulmão já funcionava normalmente!
- Você é o otário que eu mais gosto nesse mundo!
- Mesmo? Sem parar?
- Até onde puder vou te amar Bestão!
E o malvado Tic Tac voltou só na segunda-feira, na hora de voltar ao trabalho.
Leo Fonseca
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