Do “cê” do Coração!
Do ser esquecido de sensação,
“a” do Amargo gosto da tristeza,
Amor do ser esquecido de leveza!
Nobre cidadão, engatou sua carreira,
Fez tão pouco mal, mas esbarrou na cegueira
Da criança estabanada
Que acha que sabe de tudo, mas não sabe de
nada!
“Se” de possibilidade, de chance perdida,
de noite desvairada que deve ser esquecida.
Tristeza não vale a pena,
Mesmo que seja pequena!
Deve ser de sorriso cativante,
Para soletrar rapidamente pensamento
apaixonante!
Brilho de olhar que sai sem medo,
Felicidade que vem com estalar do dedo.
Doce é gosto batido, mas amargo também!
Nos dias mais cinzas, só lembram o que convém,
Pra perder a hora do trem
Achar que o “logo ali” está próximo e mais
tarde ele vem.
Pra comemorar o vazio dos nossos corações,
Ritmados pela velocidade das nossas falsas
evoluções.
Mas pobre de mim determinando esses fatos,
Só por que vi raio caindo entre meus atos!
Generalizando coisa alguma!
Desabafando para dormir como uma pluma.
Leveza do esquecido,
Para seguir menos aborrecido!
E mais nada alem disso.
Leo Tse Tung.
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